Calcule facilmente o custo real de um funcionário para a sua empresa em Portugal
Contratar um colaborador em 2026 envolve muito mais do que acordar um salário bruto. Para além do valor que o trabalhador recebe, a empresa tem de suportar diversos encargos obrigatórios e benefícios que aumentam de forma significativa o custo total. Entre os principais destacam-se:
TSU (Taxa Social Única): a entidade empregadora continua, em regra, a pagar 23,75% sobre a remuneração bruta.
Seguros obrigatórios: nomeadamente o seguro de acidentes de trabalho, cujo valor varia consoante a atividade e o nível de risco.
Subsídios e benefícios: como o subsídio de alimentação, prémios, ajudas de custo ou outros complementos remuneratórios.
Outros encargos específicos: custos com formação, equipamentos, medicina no trabalho ou contribuições adicionais aplicáveis a alguns setores.
Exemplo prático:
Um trabalhador com um salário bruto de 1.000 € por mês não representa apenas um custo de 1.000 € para a empresa.
Só em TSU, o encargo adicional é de 237,50 € (23,75% de 1.000 €).
Admitindo um subsídio de alimentação de 100 € e cerca de 20 € em seguros e outros custos, o custo total mensal sobe para aproximadamente 1.357,50 €.
Outro exemplo:
Para um salário bruto de 1.500 €, nas mesmas condições, o custo mensal será:
Salário bruto: 1.500 €
TSU (23,75%): 356,25 €
Subsídio de alimentação: 100 €
Outros custos: 20 €
Total: 1.976,25 € por mês.
Em 2026, o custo real de um colaborador pode ser bastante superior ao valor que consta no contrato de trabalho.
Com o nosso Simulador de Custo de Funcionário, basta introduzir o salário bruto e os valores de subsídios ou outros encargos e, em segundos, obténs o custo total atualizado de acordo com as regras em vigor em Portugal.
Esta ferramenta é essencial para empresários e gestores de PME que pretendem planear as suas contratações com rigor, evitar surpresas e garantir que o orçamento contempla todos os encargos associados a cada novo trabalhador.
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