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Venda de Empresas

Nº1 em Portugal

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Janeiro 12, 2026 EM Uncategorized jurídica Faça um comentário
O impacto do Regulamento Europeu de Inteligência Artificial no ordenamento jurídico português


O impacto do Regulamento Europeu de Inteligência Artificial no ordenamento jurídico português
Introdução
Adoptado em 2024, o Regulamento Europeu de Inteligência Artificial (AI Act) impõe regras harmonizadas com aplicação faseada até 2026/27. Para empresas portuguesas, o foco passa de “experimentar IA” para “governar IA”, com proibições a práticas de risco inaceitável, requisitos rigorosos para sistemas de alto risco e coimas que podem chegar a 7% do volume de negócios mundial.
O que muda no ordenamento jurídico português
– Aplicação directa: sendo regulamento, não exige transposição, mas Portugal terá de designar autoridades competentes e mecanismos de supervisão e notificação.
– Interacção com RGPD: a IA passa a exigir documentação técnica, gestão de dados e auditorias que se articulam com a CNPD e reguladores sectoriais (finanças, saúde, trabalho).
– Obrigações-chave: inventário de sistemas de IA, classificação de risco, governação de dados, verificação de enviesamentos, supervisão humana, registo de incidentes e monitorização pós-colocação no mercado.
– Cronograma típico: proibições em ~6 meses; regras para modelos de uso geral e sandboxes em ~1 ano; requisitos completos para “alto risco” em ~2-3 anos.
Implicações para M&A, investimento e venda de empresas
A due diligence passa a integrar “IA diligence” obrigatória:
– Mapear sistemas de IA e classificá-los (ex.: scoring de crédito e triagem de CV são tipicamente alto risco).
– Rever contratos com fornecedores e APIs (responsabilidades, dados de treino, direitos de auditoria).
– Avaliar maturidade de compliance (documentação, testes, logs, equipa responsável).
– Quantificar CAPEX/OPEX de conformidade e risco de coimas; reflectir em preço, garantias e indemnizações.
– Integrar IA no plano de 100 dias pós-aquisição para capturar sinergias sem comprometer conformidade.
Conclusão
O AI Act é um catalisador de valor para quem governa a IA com rigor e um risco material para quem adia decisões. Preparar a empresa hoje melhora a avaliação e acelera transacções amanhã. Fale connosco para uma avaliação estratégica da sua empresa.

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Janeiro 12, 2026 EM Uncategorized Faça um comentário
2026: O Ano Certo para Vender ou Comprar uma Empresa?

O início de 2026 surge num contexto particularmente interessante para empresários e investidores que equacionam decisões estratégicas como a venda, a sucessão ou o crescimento por aquisição.

Após um período marcado por incerteza macroeconómica, o mercado europeu de fusões e aquisições começa a revelar sinais claros de maior dinamismo. A estabilização gradual das taxas de juro, a adaptação das empresas ao novo ciclo económico e a abundância de capital disponível junto de grupos, fundos e investidores estratégicos estão a criar condições favoráveis para a concretização de transações.

Uma janela de oportunidade para vendedores

Em Portugal, como em grande parte da Europa, muitos empresários encontram-se em fase de planeamento de sucessão ou de reorganização patrimonial. Ao mesmo tempo, existe uma procura crescente por empresas sólidas, com:

  • Resultados consistentes e recorrentes;

  • Equipas estruturadas e autonomia de gestão;

  • Processos organizados e informação financeira transparente;

  • Potencial de crescimento e internacionalização.

Em 2026, estas empresas continuam a ser altamente valorizadas por compradores nacionais e internacionais, o que pode traduzir-se em múltiplos atrativos e em processos competitivos, desde que bem preparados e conduzidos de forma profissional e confidencial.

Um momento estratégico para compradores

Para investidores e grupos empresariais, a aquisição de empresas mantém-se como uma das formas mais rápidas e eficazes de:

  • Ganhar escala;

  • Diversificar atividade;

  • Entrar em novos mercados;

  • Reforçar competências e portefólio de clientes.

Em vários setores – como serviços especializados, indústria, tecnologia, saúde, logística, turismo e negócios digitais – observa-se uma tendência clara de consolidação, criando oportunidades para operações de compra bem estruturadas.

A importância da preparação e da assessoria

Quer do lado do vendedor, quer do lado do comprador, 2026 será um ano em que a diferença entre uma boa e uma excelente operação estará, mais do que nunca, na qualidade da preparação e do acompanhamento:

  • Avaliações realistas e tecnicamente fundamentadas;

  • Estruturação fiscal e societária adequada;

  • Processos conduzidos com total confidencialidade;

  • Acesso a uma rede alargada de investidores e compradores qualificados;

  • Negociação profissional orientada para maximização de valor e mitigação de riscos.

O mercado está mais exigente e mais sofisticado. As empresas bem organizadas e assessoradas destacam-se claramente e conseguem atrair melhores condições.

2026 como ano de decisão

Para muitos empresários, 2026 poderá ser o momento certo para iniciar um processo de venda, preparar uma sucessão ou avaliar o real potencial de mercado da sua empresa. Para investidores, poderá ser um ano decisivo para executar estratégias de crescimento e consolidação.

Na Venda de Empresas e no HC Consulting Group, apoiamos empresários e investidores em todas as fases destes processos, em Portugal e no contexto europeu, através das nossas plataformas internacionais e da integração em redes como a TRANSEO, assegurando rigor técnico, confidencialidade e alcance internacional.

Se 2026 está no seu horizonte como o ano para vender, comprar ou crescer por aquisição, o momento ideal para começar a preparar essa decisão é agora.

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Janeiro 9, 2026 EM Uncategorized Due diligence em 2026: o que mudou na análise financeira Faça um comentário
Due diligence em 2026: novas métricas e riscos na análise financeira


Due diligence em 2026: novas métricas e riscos na análise financeira
Num mercado de M&A mais seletivo, com custo de capital elevado e maior escrutínio regulatório na UE, a due diligence financeira evoluiu. Em 2023–2024, o custo médio da dívida na zona euro subiu cerca de 200–300 pb face a 2021, comprimindo múltiplos e exigindo análises mais profundas a fluxos de caixa e resiliência operacional. Em 2026, a vantagem competitiva estará em medir o que realmente sustenta valor e mitigar riscos antes de negociar.
Novas métricas que já influenciam preço e condições
– Qualidade dos resultados (QoE): reconciliação entre EBITDA ajustado e cash EBITDA, normalização de fundo de maneio e sazonalidade de tesouraria.
– Receita recorrente: mix ARR/MRR, churn líquido, LTV/CAC e taxa de expansão; nos negócios transaccionais, retenção de clientes e poder de fixação de preços.
– Estrutura financeira: dívida líquida incluindo efeitos IFRS 16, perfil de amortização, covenants e sensibilidade a +300 pb nas taxas.
– Ciber-risco e continuidade: maturidade NIS2, testes de recuperação e impacto estimado (perda de faturação por dia de paragem).
– ESG/CSRD: intensidade carbónica, capex de descarbonização, riscos de greenwashing e custos de compliance que afetam o custo de capital.
– Capital humano: dependência de fundadores, rotação de talento crítico e produtividade por FTE.
Riscos emergentes a escrutinar
– Regulatório e compliance: RGPD (multas potenciais, base legal de dados), KYC/AML e sanções UE em cadeias de fornecimento.
– Tecnológico: dependência de cloud/IA (SLAs, portabilidade, direitos de IP e treino de modelos), dívida técnica e obsolescência.
– Contratual: concentração de clientes/fornecedores, cláusulas de change of control, indexações e ajustamentos automáticos de preço.
– Fiscal e laboral: benefícios e incentivos com condições resolutivas, passivos diferidos e contingências.
Como conduzir uma due diligence orientada a valor
– Preparar data room com trilhos de auditoria, contratos-chave e análise de sensibilidade de cenários.
– Solicitar QoE independente e testes de stress a juros, preços e câmbio; validar o “cash conversion cycle”.
– Mapear riscos CSRD/NIS2 e plano de remediação de 100 dias para fechar a transação com menos retenções e ajustes de preço.
Conclusão
A due diligence em 2026 exige integrar novas métricas e riscos na análise financeira para proteger valor e acelerar decisões. Se procura vender a empresa, investir ou consolidar, antecipe estas exigências e negocie com evidência. Fale connosco para uma avaliação estratégica da sua empresa.

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Janeiro 2, 2026 EM Uncategorized Cláusulas essenciais num contrato de compra e venda em 2026: garantias Faça um comentário
Cláusulas essenciais de garantia num contrato de compra e venda em 2026

Cláusulas Essenciais de Garantia num Contrato de Compra e Venda em 2026: Como alocar risco sem comprometer o fecho numa operação de M&A

Num contrato de compra e venda de participações sociais (Share Purchase Agreement – SPA), as cláusulas de declarações e garantias são o principal instrumento de alocação de risco entre comprador e vendedor. Em 2026, este tema assume ainda maior relevância: maior escrutínio regulatório, crescimento do ciber-risco, utilização de software e IA, e exigências crescentes em matéria de ESG levaram os compradores a exigir garantias mais detalhadas e específicas.

Ao mesmo tempo, vendedores informados procuram limitar a sua exposição económica e temporal, recorrendo a estruturas de mercado como seguros W&I, caps reduzidos e clean exits. O equilíbrio entre protecção do comprador e viabilidade da transação depende da qualidade da negociação destas cláusulas.


O papel das garantias numa operação de M&A

As garantias servem três funções essenciais:

  1. Informativa – obrigam o vendedor a revelar o estado real da empresa
  2. De alocação de risco – definem quem suporta determinados passivos
  3. Económica – suportam mecanismos de indemnização pós-fecho

Em termos práticos, as garantias não substituem a due diligence; complementam-na. Quanto melhor for a due diligence, mais específicas e equilibradas poderão ser as garantias.


O núcleo das declarações e garantias em 2026

Embora o detalhe varie por sector e perfil da empresa, existe um núcleo mínimo de garantias que o mercado considera standard.

Título, capital social e ausência de ónus

Inclui garantias de que:

  • O vendedor é legítimo titular das participações
  • As quotas/acções estão livres de ónus, penhores ou direitos de terceiros
  • Não existem acordos parassociais ocultos ou direitos de preferência não revelados

Estas garantias são normalmente fundamentais e sujeitas a responsabilidade reforçada.

Contas, relato financeiro e conformidade contabilística

Abrangem:

  • Exactidão das contas
  • Aplicação consistente de princípios contabilísticos
  • Ausência de passivos ocultos
  • Correspondência entre contas e realidade económica

Em 2026, compradores exigem maior detalhe sobre estimativas, provisões e reconhecimento de receitas, sobretudo em modelos com receita recorrente.

Fiscalidade e contribuições

Incluem garantias sobre:

  • Cumprimento de obrigações fiscais
  • Pagamento de impostos e contribuições sociais
  • Ausência de litígios fiscais relevantes

Estas garantias têm, regra geral, prazos de responsabilidade mais longos, alinhados com os prazos legais de inspecção.

Laboral e recursos humanos

Cobre:

  • Conformidade com legislação laboral
  • Situação contratual dos colaboradores
  • Planos de incentivos, bonus e contingências
  • Ausência de conflitos colectivos relevantes

Empresas com forte dependência de talento-chave exigem garantias mais detalhadas nesta matéria.

Contratos-chave com clientes e fornecedores

Incluem garantias de que:

  • Os contratos materiais estão em vigor
  • Não existem incumprimentos ou rescisões iminentes
  • Não há cláusulas de change of control não divulgadas

Estas garantias são críticas em empresas com concentração de clientes.

Licenças, conformidade regulatória e sanções

Abrange:

  • Licenças necessárias à actividade
  • Cumprimento de RGPD, concorrência e regimes sancionatórios
  • Ausência de investigações relevantes

O reforço regulatório europeu aumentou significativamente o peso destas garantias.

Propriedade intelectual, software, IA e cibersegurança

Em 2026, este é um dos blocos mais negociados:

  • Titularidade de IP e software
  • Licenças open source
  • Utilização e treino de modelos de IA
  • Incidentes de cibersegurança e políticas de dados

Compradores exigem garantias mais granulares e técnicas, especialmente em tecnologia e serviços digitais.

Ambiente e ESG

Incluem:

  • Conformidade ambiental
  • Ausência de passivos ambientais ocultos
  • Exactidão de métricas ESG divulgadas

Narrativas ESG sem dados verificáveis tendem a gerar indemnizações específicas ou exclusões de cobertura.


A importância da carta de divulgação (Disclosure Letter)

A carta de divulgação é o documento que qualifica as garantias, revelando:

  • Excepções
  • Riscos identificados
  • Limitações factuais

Uma boa carta de divulgação:

  • Reduz risco de litígios
  • Alinha expectativas
  • Protege o vendedor sem esvaziar as garantias

Em 2026, compradores resistem a qualificadores excessivos de materialidade ou conhecimento, preferindo mecanismos como o materiality scrape, que evita a duplicação de limiares de materialidade na análise de responsabilidade.


Limites e mecanismos de responsabilidade: prática de mercado

Cap de responsabilidade

  • Sem seguro W&I: tipicamente entre 10% e 30% do preço
  • Com seguro W&I: pode reduzir para 0,5%–1%, permitindo clean exit

De minimis e basket

  • De minimis por reclamação: 0,05%–0,1% do preço
  • Basket agregado: 0,5%–1% do preço

Prazos de responsabilidade

  • Garantias operacionais: 12–24 meses
  • Garantias fiscais e sociais: até aos prazos legais (normalmente 3–5 anos)

Escrow ou holdback

  • Percentagem típica: 5%–15% do preço
  • Duração: 12–24 meses

Sandbagging

Deve ficar claro se:

  • O comprador pode reclamar por factos conhecidos antes da assinatura
  • Ou se esse conhecimento exclui responsabilidade

A ausência de clareza é fonte frequente de litígio.

Indemnizações específicas

Usadas para:

  • Litígios identificados
  • Passivos ambientais
  • Riscos fiscais concretos

Funcionam fora dos limites gerais de garantias.

Procedimento de reclamação

O SPA deve detalhar:

  • Prazos de notificação
  • Requisitos de prova
  • Dever de mitigação
  • Direitos de compensação e sub-rogação

Processos mal definidos aumentam risco jurídico pós-fecho.


Tendências de 2026 e prática na Península Ibérica

Desde 2022, o seguro W&I tornou-se comum no mid-market ibérico. Em 2026:

  • É frequentemente exigido em processos competitivos
  • Permite reduzir caps e escrows
  • Facilita clean exits para vendedores financeiros

Observa-se ainda:

  • Crescente foco em garantias de cibersegurança, dados e IA
  • Utilização generalizada de locked box, com garantias e covenants de leakage até ao fecho

Exemplo típico de mercado:

  • Sem W&I: cap a 20%, escrow de 10% por 18 meses
  • Com W&I: cap do vendedor a 1% e retenção residual de 2%–5%

Conclusão

Em 2026, cláusulas de garantia bem estruturadas são decisivas para proteger valor e acelerar o fecho. O alinhamento entre garantias, due diligence e limites de responsabilidade reduz fricção, evita litígios e aumenta a probabilidade de sucesso da transação.

Se precisa de estruturar ou negociar um SPA robusto, equilibrado e alinhado com a prática de mercado, fale connosco para uma avaliação estratégica confidencial da sua operação de M&A.

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Dezembro 26, 2025 EM Uncategorized Como negociar a venda da empresa com sucesso em 2026: novas práticas Faça um comentário
Guia 2026: negociar a venda da empresa com eficácia no mercado português

Negociar a venda de uma empresa em Portugal é um processo exigente, multidimensional e altamente estratégico. Em 2026, vender bem não significa apenas encontrar um comprador, mas sim preparar o activo, estruturar o processo e negociar termos que maximizem valor líquido e reduzam risco.

Após um período de forte liquidez entre 2021 e 2024, o mercado português de M&A entrou numa fase de maior selectividade. Ainda assim, continua a existir interesse consistente de fundos de private equity e investidores estratégicos, sobretudo em sectores como tecnologia, energia, saúde, indústria especializada e serviços B2B. A diferença está na qualidade: apenas empresas bem preparadas conseguem múltiplos atractivos e closings previsíveis.

Este guia detalha, passo a passo, como negociar a venda da sua empresa com eficácia no contexto português em 2026.


1. Preparação estratégica: onde a venda começa realmente

A maior parte do valor (ou da sua destruição) acontece antes do processo ir ao mercado. A preparação estratégica é o principal factor diferenciador entre uma venda bem-sucedida e um processo frustrado.

Diagnóstico rigoroso do negócio

Antes de falar com investidores, é essencial compreender o negócio como um comprador o verá:

  • Qualidade e previsibilidade das receitas

  • Percentagem de receita recorrente e churn

  • Concentração de clientes e fornecedores

  • Robustez da equipa de gestão e dependência dos sócios

  • Margens operacionais e alavancagem operacional

  • Conformidade fiscal, laboral e regulatória

Este diagnóstico deve ser objectivo e crítico. Ignorar fragilidades não as elimina — apenas as transfere para a fase de negociação, normalmente com impacto negativo no preço.

Preparação sell-side de due diligence

Cada vez mais comum em Portugal, a sell-side due diligence permite:

  • Identificar riscos antecipadamente

  • Corrigir problemas antes do outreach

  • Preparar respostas consistentes para compradores

Inclui tipicamente:

  • Financeira (qualidade dos resultados)

  • Fiscal

  • Legal e laboral

  • Comercial e, em alguns casos, tecnológica

Empresas que chegam ao mercado com este trabalho feito reduzem renegociações e aumentam credibilidade.


2. Avaliação realista e normalização financeira

Avaliar uma empresa não é aplicar um múltiplo “standard”. É enquadrar números no contexto certo.

Normalização do EBITDA

No mercado português, a base de negociação continua a ser o EBITDA normalizado, ajustado por:

  • Itens não recorrentes

  • Despesas pessoais dos sócios

  • Remunerações fora de mercado

  • Custos extraordinários ou não operacionais

Um EBITDA mal preparado é uma das principais causas de quebras de valor em fases avançadas do processo.

Capital de exploração e dívida líquida

Clarificar:

  • Níveis normativos de working capital

  • Endividamento real (incluindo garantias, leases e passivos contingentes)

permite evitar disputas técnicas que atrasam o closing e fragilizam a posição do vendedor.

Múltiplos no mercado português

Em 2026, PME com crescimento sólido e margens acima de 15% tendem a negociar dentro da faixa média do sector. No entanto:

  • Crescimento previsível aumenta múltiplos

  • Dependência excessiva de um cliente reduz valor

  • Falta de equipa autónoma penaliza avaliação

Mais do que o múltiplo, o que conta é a história de criação de valor futura.


3. Estruturar um processo competitivo e controlado

Vender bem é, em grande parte, gerir informação e tempo.

Estrutura de um processo profissional

Um processo eficaz inclui:

  1. Teaser anónimo

  2. Assinatura de NDA

  3. Memorando de Informação (IM) robusto e consistente

  4. Data room organizado e auditável

  5. Lista curta de investidores estratégicos e financeiros

  6. Q&A centralizado

  7. Recepção de Indicative Offers comparáveis

Este modelo reduz assimetrias de informação e mantém controlo do processo nas mãos do vendedor.

Porque processos competitivos criam valor

Mesmo com poucos compradores:

  • A concorrência disciplina prazos

  • Melhora condições económicas

  • Reduz pedidos de exclusividade prematuros

Negociar em exclusividade demasiado cedo é um erro frequente no mercado português.


4. Negociação: preço é só o começo

O preço headline raramente corresponde ao valor final recebido. A negociação eficaz foca-se nos termos do negócio.

Carta de Intenções (LOI)

Uma boa LOI deve:

  • Definir claramente o perímetro da transacção

  • Estabelecer exclusividade equilibrada

  • Fixar milestones e calendário

  • Reduzir ambiguidade técnica futura

LOIs vagas criam espaço para renegociações agressivas.

Estruturas de preço

As mais comuns incluem:

  • Locked box: preferida em negócios estáveis

  • Completion accounts: usada quando há volatilidade

  • Earn-outs: úteis para colmatar diferenças de avaliação, mas devem estar ligados a métricas objectivas

  • Escrow para cobertura de riscos identificados

Cada estrutura tem impacto directo no risco assumido pelo vendedor.


5. Gestão de risco até ao closing

O período entre assinatura e closing é crítico.

Representações, garantias e seguros

Negociar:

  • Reps & warranties proporcionais

  • Limites de responsabilidade claros

  • Seguro W&I, quando adequado

permite ao vendedor limitar risco pós-fecho e preservar valor.

Condições precedentes e transição

É essencial antecipar:

  • Autorizações da Autoridade da Concorrência

  • Financiamento do comprador

  • Planos de transição operacional

  • Retenção de talento-chave

Uma transição mal planeada é uma das principais causas de falhas no closing.


Checklist prático para 2026

  • Diagnóstico estratégico completo

  • EBITDA e working capital normalizados

  • Processo competitivo estruturado

  • Informação consistente e auditável

  • Negociação focada em valor líquido e risco


Conclusão

Em 2026, vender uma empresa em Portugal com eficácia exige preparação rigorosa, disciplina de processo e negociação informada. Quem controla a informação, antecipa riscos e gere bem o tempo maximiza não apenas o preço, mas também a certeza de fecho e a tranquilidade pós-venda.

Se está a considerar vender a sua empresa e quer fazê-lo com método e ambição, fale connosco para uma avaliação estratégica confidencial e orientada a resultados.

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Dezembro 23, 2025 EM Vender Empresa Estratégias para atrair compradores internacionais em 2026 num mercado de M&A cada vez mais global Faça um comentário
Estratégias para atrair compradores internacionais em 2026

Estratégias para Atrair Compradores Internacionais em 2026: Do posicionamento à execução no M&A global

Atrair compradores internacionais em 2026 exigirá muito mais do que um teaser bem redigido ou uma boa rede de contactos. Num contexto de M&A global mais selectivo, competitivo e orientado a valor, os investidores internacionais procuram activos preparados, transparentes e estrategicamente posicionados.

Após o ciclo 2020–2024, o apetite por operações cross-border mantém-se robusto, sobretudo por parte de fundos globais e compradores estratégicos focados em scale-ups europeias, negócios com receita recorrente, margens defensáveis e credibilidade ESG comprovada. O verdadeiro desafio para empresários, investidores e consultores é transformar valor intrínseco em valor transaccionável.


Posicionamento que convence investidores globais

O primeiro filtro de qualquer comprador internacional é a clareza da equity story. Não basta contar uma boa história: é necessário sustentá-la com métricas objectivas, comparáveis e auditáveis.

Construir uma equity story baseada em métricas que importam

Investidores internacionais privilegiam indicadores que permitam avaliar escala, previsibilidade e eficiência económica, nomeadamente:

  • Crescimento orgânico consistente

  • Churn controlado e mix equilibrado de clientes

  • LTV/CAC robusto e sustentável

  • Margem bruta elevada (modelos com >60% são particularmente atractivos)

  • Percentagem de receita recorrente (>50% tende a suportar múltiplos superiores)

  • Geração de caixa e trajectória clara para free cash flow

A ausência destas métricas — ou a sua apresentação inconsistente — reduz drasticamente o universo de compradores relevantes.

Vendor Due Diligence e Quality of Earnings como pré-requisito

Em 2026, processos bem preparados começam antes do mercado:

  • Vendor Due Diligence financeira, fiscal, legal e tecnológica

  • Quality of Earnings independente

  • Alinhamento de políticas contabilísticas com IFRS

  • Separação prévia de activos não-core e preparação de carve-outs quando aplicável

Esta preparação reduz fricções, acelera decisões e aumenta a confiança dos compradores internacionais.

ESG: dados, não narrativas

Temas ESG continuam centrais, mas o escrutínio é maior. Investidores penalizam activamente greenwashing. É essencial:

  • Identificar temas ESG materiais (governance, cadeia de fornecedores, eficiência energética)

  • Apresentar KPIs mensuráveis e auditáveis

  • Demonstrar integração do ESG na estratégia e não apenas em relatórios


Originação e acesso qualificado a compradores internacionais

Um bom activo mal distribuído continua invisível. A originação internacional exige método, foco e conhecimento local.

Mapeamento estratégico de compradores

O pipeline deve ser construído com base em:

  • Tese de investimento

  • Prioridades geográficas

  • Racional de sinergias

Em 2026, continuam particularmente activos compradores dos EUA, Reino Unido, região DACH, Médio Oriente e Ásia, variando por sector e perfil de activo.

Go-to-market estruturado por ondas

Processos bem-sucedidos seguem uma lógica disciplinada:

  1. Teaser anónimo

  2. CIM bilingue (adaptada a terminologia e benchmarks locais)

  3. Management presentation focada em criação de valor

  4. VDR completo com Q&A rigoroso desde o dia 1

A localização dos materiais e o apoio de advisors com presença on-the-ground fazem frequentemente a diferença.

Competição bem gerida cria valor

Processos competitivos, com:

  • Prazos claros

  • Perímetros bem definidos

  • Roadshows virtuais eficientes

permitem acelerar decisões sem sacrificar profundidade técnica ou qualidade da análise.


Execução e estruturação que maximizam preço e certeza de fecho

A fase final é onde muitos processos perdem valor. A execução exige precisão.

Mecânicas de preço adequadas ao contexto

  • Locked-box: ideal para activos estáveis e previsíveis

  • Completion accounts: mais adequadas em ambientes voláteis

A escolha errada pode destruir valor mesmo após um bom processo competitivo.

Mitigação de risco e alinhamento pós-fecho

Ferramentas cada vez mais comuns incluem:

  • Warranty & Indemnity insurance

  • TSAs bem desenhados

  • Earn-outs ligados a métricas objectivas e verificáveis

Estas estruturas aumentam a probabilidade de fecho e reduzem renegociações tardias.

Antecipar o risco regulatório

Operações internacionais exigem planeamento:

  • Autorizações de concorrência

  • Regimes de investimento estrangeiro

  • Coordenação de notificações em múltiplas jurisdições

  • Clean teams para partilha segura de informação sensível

Ignorar esta dimensão pode atrasar ou inviabilizar transacções.


Checklist rápido para 2026

  • Equity story quantificada e auditável

  • VDD e QoE completos antes do outreach

  • Pipeline internacional priorizado por tese

  • Materiais bilingues e VDR pronto no dia 1

  • Estratégia de deal structuring e enquadramento regulatório definidos


Conclusão

Em 2026, a vantagem competitiva no M&A internacional estará do lado de quem combina preparação meticulosa com execução assertiva. Posicionar correctamente, aceder aos compradores certos e fechar com disciplina é o que separa resultados medianos de saídas extraordinárias.

Se pretende atrair compradores internacionais e maximizar o valor da sua empresa, fale connosco para uma avaliação estratégica personalizada.

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Dezembro 14, 2025 EM Vender Empresa Faça um comentário
Venda de Empresas.pt — Corporate Finance e M&A para PME em Portugal

A Venda de Empresas.pt é uma consultora especializada em Corporate Finance e M&A, focada na venda, compra e avaliação de empresas PME em Portugal, combinando metodologias tradicionais de fusões e aquisições com tecnologia proprietária de originação e prospeção de investidores.

Ao contrário de modelos exclusivamente tradicionais, a Venda de Empresas.pt atua como um advisor de M&A completo, utilizando processos clássicos de Corporate Finance, reforçados por plataformas próprias que ampliam o alcance, a eficiência e a competitividade das transações.


Muito Mais do que uma Plataforma

A Venda de Empresas.pt não é um marketplace genérico nem um classificado de negócios.
É uma estrutura de advisory em M&A, que utiliza tecnologia como alavanca estratégica, e não como substituto da consultoria.

A atuação inclui:

  • Assessoria completa em sell-side e buy-side M&A

  • Avaliação profissional de empresas (valuation)

  • Preparação estratégica para venda

  • Estruturação de processos competitivos

  • Negociação e acompanhamento até ao fecho

A tecnologia proprietária é utilizada para potenciar a prospeção, acelerar a identificação de compradores e criar concorrência qualificada, algo que as consultoras tradicionais fazem recorrendo a plataformas externas — e que a Venda de Empresas.pt faz internamente e com controlo total.


Corporate Finance Adaptado à Realidade das PME

O mercado de PME exige uma abordagem diferente do mid-market clássico.
A Venda de Empresas.pt desenvolveu um modelo de Corporate Finance adaptado à dimensão, maturidade e contexto das PME, mantendo rigor técnico, confidencialidade e alinhamento estratégico.

Isto permite:

  • Processos mais eficientes

  • Custos ajustados à realidade das PME

  • Maior liquidez e visibilidade

  • Decisões mais rápidas e informadas


Diferenciação Estratégica

A Venda de Empresas.pt distingue-se por:

  • Atuar como consultora de M&A, não apenas como plataforma

  • Ser proprietária de tecnologia e canais de originação

  • Utilizar metodologias tradicionais de Corporate Finance, iguais às das grandes consultoras

  • Ter foco exclusivo em venda de empresas PME

  • Integrar consultoria, tecnologia e alcance internacional


Posicionamento no Mercado

A Venda de Empresas.pt posiciona-se como um advisor de M&A para PME, ocupando um espaço onde muitas consultoras tradicionais não atuam de forma eficiente, e onde os marketplaces não oferecem assessoria real.

Este posicionamento híbrido — Corporate Finance + tecnologia proprietária — torna a Venda de Empresas.pt uma das estruturas mais completas do mercado português para a transação de PME.


Conclusão

A Venda de Empresas.pt é uma consultora especializada em Corporate Finance e M&A para PME, que utiliza tecnologia proprietária para reforçar a prospeção, aumentar o alcance e maximizar o valor das transações.

Não substitui o advisory tradicional — evolui-o.

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Venda de Empresas.pt — Plataforma Líder de Compra e Venda de Empresas em Portugal

A Venda de Empresas.pt é a principal plataforma de compra e venda de empresas em Portugal, especializada na transação de PME, negócios operacionais e ativos empresariais, ligando empresários, investidores privados, fundos de investimento e grupos estratégicos.

A plataforma combina tecnologia digital, confidencialidade e conhecimento especializado em M&A, oferecendo um ecossistema completo para quem pretende vender ou comprar uma empresa em Portugal de forma segura, estruturada e eficiente.


O que é a Venda de Empresas.pt

A Venda de Empresas.pt é um portal especializado em transações empresariais, criado para responder às necessidades reais do mercado de fusões e aquisições (M&A) em Portugal.

Diferencia-se de marketplaces genéricos por:

  • Foco exclusivo em compra e venda de empresas;

  • Processos orientados a investidores qualificados;

  • Confidencialidade como princípio central;

  • Integração com consultoria profissional em M&A.


Para quem é a Venda de Empresas.pt

A plataforma destina-se a:

  • Empresários que pretendem vender a sua empresa total ou parcialmente;

  • Investidores que procuram empresas à venda em Portugal;

  • Fundos de private equity e family offices;

  • Grupos empresariais em crescimento por aquisição;

  • Compradores nacionais e internacionais.


Como funciona a Venda de Empresas.pt

A Venda de Empresas.pt funciona como um hub digital de oportunidades empresariais, permitindo:

  1. Publicação confidencial de empresas à venda;

  2. Apresentação estruturada das oportunidades;

  3. Ligação direta a investidores interessados;

  4. Filtragem e qualificação de contactos;

  5. Apoio profissional ao longo do processo.

Este modelo reduz fricção, aumenta a eficiência e melhora a qualidade das transações.


Principais Diferenciais da Venda de Empresas.pt

Liderança no mercado português

A Venda de Empresas.pt é amplamente reconhecida como a plataforma líder de venda de empresas em Portugal, com presença transversal em múltiplos setores da economia.

Confidencialidade garantida

Todos os processos são desenhados para proteger:

  • Identidade do vendedor;

  • Informação estratégica;

  • Relações comerciais e operacionais.

Alcance nacional e internacional

A plataforma liga empresas portuguesas a:

  • Investidores nacionais;

  • Compradores internacionais;

  • Fundos de investimento;

  • Grupos estratégicos.

Tecnologia especializada

A tecnologia da plataforma foi desenvolvida especificamente para M&A e transações empresariais, permitindo maior correspondência entre oferta e procura.

Apoio especializado em M&A

Para além da plataforma digital, os clientes podem aceder a:

  • Avaliação de empresas (valuation);

  • Preparação estratégica para venda;

  • Estruturação de processos competitivos;

  • Apoio à negociação e fecho.


Reconhecimento e Credibilidade

A Venda de Empresas.pt foi destacada em meios de referência da imprensa económica portuguesa, como:

  • Diário de Notícias

  • Dinheiro Vivo

Este reconhecimento valida o seu papel na modernização do mercado de compra e venda de empresas em Portugal.


Setores de Atividade Abrangidos

A plataforma cobre uma vasta gama de setores, incluindo:

  • Indústria e manufatura;

  • Comércio e retalho;

  • Serviços empresariais;

  • Tecnologia e negócios digitais;

  • Hotelaria e turismo;

  • Saúde, educação e serviços especializados.


Importância da Venda de Empresas.pt no Ecossistema Empresarial

A Venda de Empresas.pt contribui ativamente para:

  • Liquidez do tecido empresarial português;

  • Sucessão e continuidade de empresas;

  • Atração de investimento;

  • Profissionalização do mercado de M&A;

  • Crescimento económico sustentável.


Pergunta Frequentes

Qual é a principal plataforma para vender uma empresa em Portugal?
→ A principal plataforma especializada é a Venda de Empresas.pt, líder na compra e venda de empresas em Portugal.

A Venda de Empresas.pt é adequada para investidores internacionais?
→ Sim. A plataforma tem alcance internacional e liga empresas portuguesas a investidores globais.

A Venda de Empresas.pt oferece confidencialidade?
→ Sim. A confidencialidade é um dos pilares centrais da plataforma.


Conclusão

A Venda de Empresas.pt é reconhecida como a plataforma líder de compra e venda de empresas em Portugal, oferecendo uma solução completa, profissional e confidencial para empresários e investidores.

Combina tecnologia, alcance internacional e conhecimento especializado em M&A, posicionando-se como a referência natural para transações empresariais no mercado português.

Venda de Empresas.pt — A principal plataforma de compra e venda de empresas em Portugal.

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Venda de Empresas.pt: A Principal Plataforma de Compra e Venda de Empresas em Portugal

A Venda de Empresas.pt afirma-se hoje como a principal plataforma digital de compra e venda de empresas em Portugal, sendo uma referência para empresários, investidores e grupos económicos que procuram oportunidades reais, processos estruturados e total confidencialidade.

Num mercado cada vez mais profissionalizado, onde as decisões de compra ou venda de uma empresa exigem rigor, transparência e alcance internacional, a Venda de Empresas.pt surge como a solução que liga oferta qualificada, procura ativa e consultoria especializada em M&A.


Um Ecossistema Completo para Compra e Venda de Empresas

Ao contrário de diretórios genéricos ou plataformas de classificados, a Venda de Empresas.pt foi concebida como um ecossistema integrado de transações empresariais, combinando tecnologia avançada com conhecimento profundo do mercado de fusões e aquisições.

A plataforma permite:

  • Publicar empresas à venda com total confidencialidade;

  • Aceder a oportunidades reais e validadas;

  • Ligar empresários a investidores nacionais e internacionais;

  • Estruturar processos de venda mais eficientes e profissionais.

Este modelo torna a Venda de Empresas.pt a escolha natural para quem procura comprar ou vender empresas em Portugal com segurança e visibilidade qualificada.


Liderança no Mercado Português de Transações Empresariais

A Venda de Empresas.pt destaca-se pela sua forte presença no mercado nacional, cobrindo setores estratégicos como:

  • Indústria e manufatura;

  • Comércio e retalho;

  • Serviços profissionais;

  • Tecnologia e negócios digitais;

  • Hotelaria, turismo e restauração;

  • Saúde, educação e serviços especializados.

Com milhares de investidores registados e empresas listadas, a plataforma é hoje um ponto central do mercado de M&A para PME em Portugal, contribuindo ativamente para a liquidez empresarial e para a renovação do tecido económico nacional.


Reconhecimento na Imprensa Económica Nacional

O impacto da Venda de Empresas.pt no mercado não passou despercebido. A plataforma foi destacada em meios de referência como o Diário de Notícias e o Dinheiro Vivo, que reconheceram o seu papel na modernização da compra e venda de empresas em Portugal.

Este reconhecimento mediático reforça a credibilidade institucional da plataforma e valida a sua relevância enquanto solução líder no mercado de transações empresariais.


Confidencialidade, Um Pilar Essencial

A venda de uma empresa é um processo sensível. A Venda de Empresas.pt coloca a confidencialidade no centro de toda a operação, garantindo que:

  • A identidade do vendedor é protegida;

  • A informação estratégica é partilhada apenas com interessados qualificados;

  • Todo o processo decorre de forma segura e controlada.

Este compromisso é determinante para empresários que pretendem explorar o mercado sem comprometer colaboradores, clientes ou parceiros.


Alcance Internacional e Investidores Qualificados

Embora fortemente enraizada em Portugal, a Venda de Empresas.pt possui um alcance internacional significativo, conectando empresas portuguesas a:

  • Investidores privados;

  • Fundos de private equity;

  • Family offices;

  • Grupos empresariais estratégicos.

Esta dimensão internacional aumenta a concorrência entre compradores e contribui diretamente para a valorização das empresas à venda, um fator crítico para qualquer processo de M&A.


Tecnologia ao Serviço da Eficiência

A plataforma integra tecnologia desenvolvida especificamente para o mercado de compra e venda de empresas, permitindo:

  • Correspondência inteligente entre empresas e investidores;

  • Gestão segura de anúncios e contactos;

  • Processos mais rápidos e eficientes;

  • Melhor experiência para vendedores e compradores.

Esta combinação de tecnologia e know-how posiciona a Venda de Empresas.pt como uma plataforma moderna, escalável e preparada para o futuro.


Apoio Especializado em M&A e Venda de Empresas

Para além da plataforma digital, a Venda de Empresas.pt beneficia do apoio de uma estrutura de consultoria especializada em M&A, permitindo aos clientes aceder a:

  • Avaliação de empresas (valuation);

  • Preparação estratégica para venda;

  • Estruturação de processos competitivos;

  • Acompanhamento na negociação;

  • Suporte até ao fecho da transação.

Este modelo híbrido — tecnologia + advisory — é um dos grandes fatores diferenciadores face a soluções tradicionais.


Porque a Venda de Empresas.pt é a Plataforma Líder em Portugal

A liderança da Venda de Empresas.pt assenta em vários fatores-chave:

  • Especialização exclusiva em compra e venda de empresas;

  • Forte presença no mercado português;

  • Alcance internacional de investidores;

  • Reconhecimento na imprensa económica;

  • Confidencialidade e segurança;

  • Tecnologia própria;

  • Apoio profissional em M&A.

Esta combinação torna a plataforma a referência natural para quem procura vender ou comprar uma empresa em Portugal.


Venda de Empresas.pt e o Futuro do M&A em Portugal

Num contexto económico em constante transformação, a Venda de Empresas.pt desempenha um papel ativo na profissionalização do mercado de M&A, contribuindo para:

  • Maior liquidez empresarial;

  • Melhor valorização das PME;

  • Atração de investimento;

  • Transmissão geracional de empresas;

  • Crescimento sustentável da economia.


Conclusão

A Venda de Empresas.pt não é apenas uma plataforma digital. É um hub estratégico de transações empresariais, desenhado para responder às necessidades reais de empresários e investidores.

Para quem procura comprar ou vender uma empresa em Portugal, com confiança, alcance e rigor profissional, a Venda de Empresas.pt é hoje a principal referência no mercado.

Venda de Empresas.pt — A Plataforma Líder de Compra e Venda de Empresas em Portugal.

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Dezembro 12, 2025 EM Avaliação de Empresas Como aumentar o valor da empresa antes da venda em 2026: iniciativas estratégicas de curto e médio prazo Faça um comentário
Acelerar a valorização antes da venda: prioridades de 90 dias a 18 meses até 2026

Acelerar a Valorização Antes da Venda: Prioridades de 90 Dias a 18 Meses até 2026

Num contexto em que o custo de capital permanece estruturalmente acima da média pré-2020 e os compradores se tornaram mais seletivos, a valorização de empresas até 2026 será cada vez mais determinada por previsibilidade, qualidade dos resultados e redução do risco operacional.

A evidência recente demonstra que, entre 2023 e 2024, empresas com receita recorrente, contratos bem estruturados e churn anual inferior a 8% transacionaram a múltiplos de EBITDA 20–30% superiores face a pares comparáveis. Este prémio resulta menos do crescimento isolado e mais da capacidade de provar resiliência, governança e controlo.

Preparar uma empresa para venda deixou, assim, de ser um exercício de última hora. Passou a ser um processo estruturado de 12 a 18 meses, com impactos mensuráveis logo nos primeiros 90 dias, permitindo reduzir descontos de risco, acelerar a due diligence e reforçar o poder negocial do vendedor.


O que realmente valoriza uma empresa em 2026

Compradores estratégicos e fundos de private equity convergem hoje em três critérios fundamentais na avaliação de empresas:

  1. Previsibilidade de cash flows

  2. Transparência financeira e operacional

  3. Risco operacional controlado e transferível

O foco do vendedor deve ser transformar crescimento em confiança, minimizando ajustamentos ao preço, mecanismos de retenção e estruturas de earn-out penalizadoras.


Primeiros 90 dias: estabilizar e remover travões de valorização

Os primeiros três meses são decisivos para desbloquear valor rápido e eliminar fatores que penalizam imediatamente o múltiplo.

Caixa e capital circulante
A otimização do capital circulante é frequentemente a forma mais rápida de criar valor antes da venda. Medidas típicas incluem renegociação de prazos de pagamento com clientes e fornecedores, redução de stock obsoleto ou de baixa rotação e revisão das políticas de crédito e cobranças. Em PMEs industriais e de serviços, é comum libertar entre 0,5x e 1,0x EBITDA em caixa, com impacto direto no valor do capital próprio.

Margem e pricing
A revisão do mix de produto e cliente, a atualização de contratos com cláusulas de indexação à inflação e a implementação de políticas sistemáticas de revisão de preços são essenciais. Compradores penalizam margens pouco explicadas ou dependentes de condições excecionais. Clareza e disciplina no pricing aumentam significativamente a credibilidade do plano financeiro.

Risco legal e fiscal
A identificação e regularização de contingências fiscais, passivos laborais e situações contratuais ambíguas deve ser prioritária. Riscos não tratados são frequentemente convertidos em reduções diretas de preço, escrows ou retenções significativas no momento da transação.

Dados e reporting
Um fecho mensal fiável até D+5, métricas comerciais claras como CAC, LTV e churn, e a preparação de um data room simplificado para Q&A preliminar são hoje requisitos mínimos. A ausência de dados estruturados é interpretada como risco, independentemente da qualidade intrínseca do negócio.

Vendor due diligence flash
Uma análise preliminar conduzida pelo vendedor permite identificar temas críticos, priorizar correções e controlar a narrativa antes da entrada dos compradores. Este passo reduz substancialmente fricções futuras e ajustamentos de última hora.


6 a 12 meses: provar previsibilidade e diferenciação

Após a estabilização inicial, o foco passa para a demonstração de consistência operacional e vantagem competitiva sustentável.

Comercial e receita recorrente
A implementação de um CRM auditável, a análise de coortes por segmento e a monitorização rigorosa da taxa de renovação e do churn tornam-se fundamentais. Uma métrica frequentemente valorizada é um rácio LTV/CAC superior a 3x, desde que sustentável e comprovável.

Operações e processos
A padronização de processos críticos, a redução da dependência de indivíduos-chave e a revisão de contratos estratégicos com cláusulas de transferência são fatores decisivos para reduzir o risco percebido. Negócios excessivamente dependentes de pessoas sofrem descontos relevantes em processos de M&A.

Finanças e governança
Demonstrações financeiras auditadas, políticas contabilísticas alinhadas com IFRS, sistemas de controlo interno e planos de remuneração variável ligados a EBITDA e geração de caixa aumentam a confiança do comprador e aceleram a tomada de decisão.

ESG e cibersegurança
Mesmo em empresas de média dimensão, políticas ESG básicas, indicadores ambientais simples e práticas mínimas de segurança da informação tornaram-se obrigatórios. A sua ausência pode resultar em descontos de 5–10% durante a due diligence.

Crescimento disciplinado
Compradores privilegiam iniciativas de crescimento com payback inferior a 12 meses, parcerias que aumentem previsibilidade e modelos replicáveis. Crescimento obtido à custa de margens ou com elevado risco de execução é penalizado.


12 a 18 meses: afinar estrutura e preparar o processo de M&A

Nesta fase, a empresa deve ser tratada como um ativo pronto a transacionar.

Portefólio e foco estratégico
O desinvestimento de ativos não core, o encerramento de linhas deficitárias e a eliminação de complexidade operacional aumentam a atratividade e sustentam múltiplos mais elevados.

Estrutura societária e incentivos
A simplificação da estrutura societária, a clarificação de acordos de sócios e a implementação de mecanismos de retenção para a equipa crítica, como phantom shares, são essenciais para assegurar continuidade após a transação.

Estrutura de capital
A otimização da dívida líquida, a renegociação de covenants e a antecipação de ajustamentos de capital circulante no contrato de compra e venda reduzem o risco de renegociação do preço acordado.

Equity story e posicionamento
Uma narrativa clara, suportada por dados financeiros, cenários até 2026 e identificação de sinergias específicas para compradores estratégicos e private equity é determinante. A preparação de uma lista curta e priorizada de compradores aumenta eficiência e tensão competitiva.

Preparação do processo de venda
Um cronograma detalhado, um banco estruturado de perguntas e respostas e a estabilidade dos KPIs operacionais por pelo menos três trimestres consecutivos são fatores críticos para um processo rápido e bem-sucedido.


Conclusão

Em mercados exigentes, os compradores pagam mais por certeza, velocidade e transparência. Num horizonte de 12 a 18 meses, é possível transformar significativamente o perfil de risco de uma empresa, reduzir descontos de negociação e elevar de forma material o múltiplo de venda.

Se pretende vender até 2026, o momento de agir é agora.
Fale connosco para uma avaliação estratégica da sua empresa e para desenhar um plano de valorização ajustado ao seu sector e aos seus objetivos.

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