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Venda de Empresas

Nº1 em Portugal

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Janeiro 29, 2026 EM Uncategorized avaliação de empresas Faça um comentário
Avaliação de Empresas em Portugal: Práticas, Desafios e Tendências


A avaliação de empresas em Portugal é decisiva para uma venda bem-sucedida, sobretudo em PME. Num processo de M&A, a forma como o valor é estimado, comunicado e defendido influencia o interesse de compradores, o acesso a financiamento e a probabilidade de fecho, sempre com confidencialidade como princípio.
## Conceitos essenciais de valuation para PME
– Valuation é a estimativa do valor económico de uma empresa com base em risco, crescimento e geração de caixa.
– EBITDA é o resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações; aproxima a capacidade de gerar caixa operacional.
– Múltiplos (ex.: múltiplos de EBITDA) são rácios de mercado usados para comparar empresas e transações semelhantes.
– Dívida líquida é dívida financeira menos caixa; determina o preço em regime “caixa livre de dívida”.
– Capital circulante normalizado é o nível de inventários, clientes e fornecedores necessário ao negócio; ajusta preço e condições.
## Etapas e riscos críticos no processo de venda
– Preparação: demonstrações financeiras credíveis, normalizações de EBITDA, contratos-chave, compliance fiscal e laboral, plano de negócio.
– Go-to-market com confidencialidade: teaser cego, NDA, gestão de compradores (estratégicos e investidores financeiros), apoio de advisor especializado.
– LOI (Letter of Intent) é a carta de intenções que define preço indicativo, estrutura e exclusividade.
– Due diligence é a auditoria legal, financeira, fiscal e laboral; identifica riscos como concentração de clientes, dependência do fundador ou passivos ocultos.
– SPA (Share Purchase Agreement) é o contrato de compra e venda; inclui garantias, retenções, earn-out e mecanismos de preço (locked box vs completion accounts).
## Tendências e boas práticas em Portugal
– Maior foco em qualidade dos lucros, retenção de equipa-chave e métricas de recorrência.
– Exigência ESG a crescer em due diligence e integração pós-aquisição.
– Múltiplos estáveis em setores defensivos; maior seletividade com taxas de juro mais altas.
– Para um empresário: planear timing, preparar data room, evidenciar resiliência, diversificação e processos documentados.
Conclusão: Avaliação é técnica e é mercado. Um processo competitivo, bem preparado e confidencial, aumenta valor e reduz riscos de fecho.
Para uma análise confidencial e estratégica da sua empresa, fale com uma consultora especializada em venda de empresas e M&A.

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Janeiro 25, 2026 EM Uncategorized processo de venda de pme Faça um comentário
Preparar a sua PME para a venda: checklist prática


Vender uma PME em Portugal exige preparação disciplinada. Num processo de venda de empresas (M&A), valor, prazo e risco dependem da qualidade da informação, da organização interna e do planeamento. Para um empresário, preparar significa reduzir incerteza para compradores e investidores, preservando confidencialidade e controlo do processo.
H2: Enquadramento e conceitos essenciais
Valuation é a avaliação do valor económico da empresa com base em métricas e risco. EBITDA é o resultado operacional antes de juros, impostos, depreciações e amortizações; serve para comparar desempenho e múltiplos. Due diligence é a auditoria independente feita pelos compradores a finanças, fiscal, legal, operações e ESG. LOI (Letter of Intent) é a carta de intenções com preço indicativo e condições. SPA (Share Purchase Agreement) é o contrato final de compra e venda. Advisor é o consultor de M&A que estrutura o processo, coordena informação e negociação.
H2: Checklist prática de preparação
– Definir objetivos: preço, prazos, permanência do empresário, e tipo de compradores (estratégicos vs financeiros).
– Qualidade de resultados: contas auditáveis, reconciliações bancárias, mapa de ajustamentos e normalização de EBITDA.
– Capital circulante: política, sazonalidade e alvo de normalização para o fecho.
– Fiscal e legal: compliance, contratos-chave, IP, licenciamentos, laboral; resolver contingências antes da due diligence.
– Comercial: concentração de clientes/fornecedores, churn, pipeline, contratos e prazos.
– Operações e equipa: reduzir dependência do dono, organograma, incentivos de gestão.
– Dados e confidencialidade: data room organizado, controlo de acessos, NDA com interessados.
– Plano de transição: integração, IT, continuidade de fornecedores e governança.
– Timeline: preparação (8–12 semanas), abordagem a compradores, LOIs, due diligence, SPA e fecho.
H2: Riscos e boas práticas
– Evitar divulgações prematuras; confidencialidade é crítica para clientes e equipas.
– Concorrência entre compradores aumenta valor e reduz condições adversas.
– Preparação de respostas a Q&A técnico acelera a due diligence e diminui renegociações.
Conclusão
Uma PME preparada reduz descontos de risco e maximiza termos no SPA. A decisão informada começa por uma avaliação realista e por um processo estruturado com advisor experiente. Para uma análise confidencial e estratégica da sua empresa, fale com uma consultora especializada em venda de empresas e M&A.

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Janeiro 22, 2026 EM Uncategorized como vender uma empresa passo a passo Faça um comentário
Como Vender a Sua Empresa em Portugal: Guia Passo a Passo


Vender a sua PME em Portugal é uma decisão estratégica que combina preparação, leitura do mercado e execução disciplinada. O contexto português mostra maior atividade em consolidação setorial, sucessão geracional e interesse de compradores estratégicos ibéricos e investidores financeiros (private equity), com foco em empresas rentáveis e escaláveis.
## Preparação e avaliação
Valuation é a estimativa do valor económico do negócio. Em PME, usa-se frequentemente múltiplos de EBITDA e fluxos de caixa descontados. EBITDA é o resultado operacional antes de juros, impostos, depreciações e amortizações; serve de referência para comparar rentabilidade. Boas práticas:
– Normalizar EBITDA (remover itens não recorrentes).
– Separar ativos não operacionais e clarificar estrutura de capital.
– Documentar processos, contratos-chave e KPIs.
– Zelar pela confidencialidade: teaser anónimo, seguido de NDA (acordo de confidencialidade).
## Processo de M&A: etapas-chave
Num processo de venda bem conduzido, a criação de concorrência entre compradores aumenta valor e reduz risco. Etapas típicas:
– Teaser e NDA; Information Memorandum com métricas, mercado e tese de investimento.
– Lista curta de compradores estratégicos e investidores financeiros, qualificados por um advisor.
– Indicativas de preço; LOI é a carta de intenções que define preço, perímetro, exclusividade e calendário.
– Due diligence é a auditoria legal, financeira, fiscal e operacional feita pelo comprador.
– SPA é o contrato de compra e venda de ações/quotas, com garantias, ajustamentos de preço e condições de fecho.
## Riscos e boas práticas
– Dependência do fundador e clientes concentrados.
– Contingências fiscais/laborais sem provisionamento.
– Exclusividade prematura e earn-out mal definido.
– Preço: clarificar Enterprise Value vs Equity Value, dívida líquida e fundo de maneio alvo.
Para um empresário, um cronograma realista (4–9 meses), comunicação interna controlada e um advisor experiente são determinantes para maximizar valor e preservar confidencialidade.
Conclusão: vender uma empresa é um projeto com método, dados e narrativa credível. Preparação rigorosa e processo competitivo elevam o preço e a probabilidade de fecho.
Para uma análise confidencial e estratégica da sua empresa, fale com uma consultora especializada em venda de empresas e M&A.

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Janeiro 19, 2026 EM Uncategorized vender empresa em portugal Faça um comentário
Vender uma Empresa em Portugal: Guia Estratégico para PME

Vender uma empresa em Portugal é um processo com impacto direto no património do empresário, na continuidade do negócio e no futuro das equipas. Não é apenas “arranjar um comprador”: é gerir uma transação complexa, com risco, negociação e múltiplas variáveis (preço, condições, timing, estrutura jurídica e fiscal, confidencialidade e transição).

Num processo de venda de PME, os objetivos costumam ser três:

  1. Maximizar o valor (preço e condições económicas)

  2. Reduzir riscos (fiscais, legais, operacionais e reputacionais)

  3. Preservar a confidencialidade (para proteger clientes, equipa e posicionamento competitivo)

É aqui que um advisor de M&A / Corporate Finance com experiência local e acesso a compradores nacionais e internacionais faz a diferença: estrutura o processo, controla a informação, cria competição entre interessados e protege o vendedor em todas as fases.


1) Quando faz sentido vender uma empresa?

Há vários motivos legítimos para iniciar um processo de venda, e eles influenciam a estratégia e o tipo de comprador ideal:

  • Sucessão (falta de herdeiros/gestores interessados ou preparados)

  • Liquidez (transformar valor “no papel” em dinheiro)

  • Ciclo do setor (vender “em alta”, antes de uma fase descendente)

  • Fadiga do fundador (tempo, energia e risco concentrados numa pessoa)

  • Necessidade de capital para crescer (entrada de investidor, venda parcial ou total)

  • Consolidação do mercado (competidores e grupos a comprar para ganhar escala)

Nota estratégica: muitas empresas vendem melhor quando não “precisam” de vender. Um processo bem preparado começa antes da urgência.


2) Preparação e Avaliação: o que aumenta (ou destrói) valor

2.1 O que é “Valuation” numa PME?

Valuation é a estimativa fundamentada do valor económico do negócio. Em PME, o valor é frequentemente apresentado através de:

  • EBITDA (lucro operacional antes de juros, impostos, depreciações e amortizações)

  • múltiplos de mercado (EV/EBITDA, EV/Receitas)

  • DCF (Discounted Cash Flow), em empresas com previsibilidade e qualidade de reporting

  • métodos complementares, quando há ativos relevantes (imóveis, patentes, carteira, etc.)

Na prática, compradores experientes olham para “uma pergunta central”:

Quanto dinheiro este negócio gera, com que risco, e com que previsibilidade?

2.2 Normalização de EBITDA e “qualidade” do resultado

Em PME, quase sempre é necessário ajustar o EBITDA para refletir a realidade económica. Exemplos típicos:

  • Remuneração do(s) sócio(s) acima/abaixo do mercado

  • Viaturas, despesas pessoais ou não recorrentes

  • Custos excecionais (obras, litígios, indemnizações, projetos pontuais)

  • Receitas extraordinárias ou não repetíveis

  • Subcontratação que substitui equipa interna (ou vice-versa)

O conceito chave aqui é EBITDA normalizado: o resultado operacional “sustentável” que um comprador pode esperar replicar.

2.3 Fundo de maneio e CAPEX: o que muda no preço real

Duas variáveis que frequentemente surpreendem vendedores:

  • Fundo de Maneio (Working Capital): stock, clientes, fornecedores, etc.

    • Se a empresa precisa de mais capital para operar (ex.: prazos de recebimento longos), isso afeta valor e negociação.

  • CAPEX: investimento necessário para manter o negócio a funcionar (equipamento, frota, tecnologia).

    • Se o negócio está “sub-investido”, o comprador desconta esse investimento futuro.

2.4 Documentos e informação: o que é “auditável” vende melhor

Um processo forte começa por organizar um conjunto de informação robusta:

  • Demonstrações financeiras (últimos 3 a 5 anos)

  • Balancetes, extratos, reconciliações e mapa de dívida

  • Declarações fiscais (IVA, IRC, retenções, SS) e contingências conhecidas

  • Contratos relevantes (clientes, fornecedores, arrendamentos, leasing, empréstimos)

  • Estrutura societária, licenças, registos e conformidade regulatória

  • KPIs operacionais e comerciais (churn, margens por linha, CAC, LTV, backlog, etc., conforme setor)

Quanto mais consistente e “limpa” for a informação, menor o risco percebido e maior tende a ser o múltiplo.


3) Como funciona um processo profissional de venda (passo a passo)

Um processo de M&A não é um anúncio público com dados completos. É um processo controlado, com fases e filtros.

3.1 Teaser anónimo e Long List de compradores

Teaser: documento curto, sem revelar identidade, com:

  • setor e geografia

  • dimensão (ex.: intervalos de faturação e EBITDA)

  • destaques (diferenciação, carteira, contratos, ativos)

  • motivo genérico da venda (ex.: sucessão, reorganização)

Depois, prepara-se uma Long List de potenciais compradores:

  • Estratégicos: grupos e concorrentes (sinergias, escala, expansão)

  • Financeiros: fundos, family offices, investidores (retorno e crescimento)

A seleção não é “quantidade”; é adequação. Um bom advisor define o racional: quem compraria e porquê.

3.2 NDA (Acordo de Confidencialidade)

Antes de revelar informação sensível, exige-se NDA. Um bom NDA prevê:

  • sigilo sobre identidade, informação e existência do processo

  • limites de partilha interna

  • proibição de contacto direto a clientes/colaboradores sem autorização

  • devolução/eliminação de informação

  • duração do sigilo

Em PME, isto é crítico: uma fuga de informação pode destruir valor.

3.3 Information Memorandum (IM): vender com dados e narrativa

O IM é o documento central do processo. Inclui normalmente:

  • história e proposta de valor

  • produtos/serviços, segmentos e posição competitiva

  • clientes e concentração (dependência)

  • equipa e organograma

  • operações, capacidade, tecnologia e processos

  • análise financeira histórica e normalizada

  • projeções e drivers (o “porquê” do crescimento)

  • riscos e mitigação (a transparência bem apresentada aumenta confiança)

Um IM bem feito responde ao que um investidor quer saber antes de fazer perguntas.

3.4 Gestão de propostas: IOI e LOI

Alguns processos incluem IOI (Indication of Interest): intenção inicial, ainda informal.

A LOI (Letter of Intent) é o ponto onde a negociação fica séria. Inclui:

  • preço indicativo e “enterprise value”

  • estrutura: upfront, earn-out, vendor loan

  • perímetro da transação (o que está incluído/excluído)

  • condições: financiamento, aprovações, due diligence

  • exclusividade (duração e condições)

  • calendário para fecho

Regra prática: exclusividade só faz sentido quando as condições são fortes e o comprador demonstra capacidade real de fechar.

3.5 Due Diligence e Data Room

Due diligence é a auditoria detalhada feita pelo comprador. Pode incluir:

  • financeira e contabilística

  • fiscal

  • legal e societária

  • laboral e segurança social

  • tecnológica e cibersegurança

  • comercial (clientes, contratos, churn, pipeline)

  • ambiental/regulatória (conforme setor)

A informação é partilhada via data room com controlo de acessos. Um bom processo:

  • prepara checklists antecipadamente

  • organiza documentos por áreas

  • regista Q&A formalmente

  • garante consistência entre números e narrativa

Quanto mais preparada a empresa estiver, mais curta e menos agressiva será a due diligence.

3.6 SPA (Contrato final) e Closing (fecho)

O SPA (Share Purchase Agreement) define:

  • preço final e mecanismos de ajuste (ex.: working capital, net debt)

  • garantias e declarações (representations & warranties)

  • indemnizações e limitações de responsabilidade

  • condições suspensivas (aprovações, licenças, bancos, etc.)

  • cláusulas de não concorrência e não solicitação

  • regras de transição e continuidade (ex.: período do fundador)

No closing, ocorre o pagamento (total ou parcial) e a transferência de quotas/ações conforme acordado.


4) Estruturas de preço: o que é comum em Portugal

Na prática, o “preço” não é só um número. É um conjunto de condições:

  • Upfront: pagamento no fecho (quanto maior, menor o risco do vendedor)

  • Earn-out: componente variável ligada a resultados futuros (bom para fechar gaps de preço, mas aumenta risco e exige regras claras)

  • Vendor loan: parte do preço como empréstimo do vendedor ao comprador (exige garantias e condições robustas)

  • Retenção/escrow: parte do preço fica retida por um período para cobrir riscos

Um advisor ajuda a negociar não apenas o valor, mas a qualidade do valor (probabilidade de receber e em que prazo).


5) Principais riscos em PME portuguesas (e como mitigar)

5.1 Fuga de informação

  • Mitigação: teaser anónimo, NDA, abordagem faseada, controlo do data room, disciplina interna.

5.2 Dependência do fundador

  • Mitigação: delegação progressiva, equipa de segunda linha, processos documentados, contratos com clientes.

5.3 Contingências fiscais e laborais

  • Mitigação: diagnóstico prévio, regularização antes de ir ao mercado, transparência controlada e documentação sólida.

5.4 Concentração de clientes e margens frágeis

  • Mitigação: demonstrar estabilidade, contratos, diversificação, melhoria do mix e KPI’s sólidos.

5.5 Expectativas desalinhadas

  • Mitigação: valuation realista com racional, benchmarking e estratégia de mercado (quem paga mais e porquê).


6) Asset deal vs share deal: decisão jurídica e fiscal

Duas estruturas comuns:

  • Share deal: venda de quotas/ações (o comprador herda ativos e passivos)

  • Asset deal: venda de ativos (carteira, equipamentos, marcas, contratos), mantendo a sociedade “vazia”

A escolha depende de:

  • contingências e riscos (o comprador prefere ativos se houver passivo incerto)

  • licenças e contratos (alguns são mais fáceis de transferir numa estrutura do que noutra)

  • impacto fiscal

  • financiamento e garantias

A decisão deve ser tomada com assessoria jurídica e fiscal, porque pode alterar valor e viabilidade.


7) O papel do advisor de M&A: o que muda na prática

Um advisor competente cria valor através de:

  • preparação do “equity story” e do IM

  • identificação e abordagem a compradores qualificados

  • criação de competição (tensão de mercado)

  • gestão do processo e da confidencialidade

  • apoio na negociação de LOI, termos e preço real (ajustes, earn-out, garantias)

  • coordenação de consultores (jurídico, fiscal, auditoria)

  • controlo de calendário, risco e alinhamento

Para o empresário, isto traduz-se em:

  • menos interrupções do dia-a-dia

  • menos risco de erros

  • maior probabilidade de fechar

  • melhores condições económicas e contratuais


Conclusão

Vender uma empresa em Portugal é uma decisão de valor, sucessão e liquidez. Um processo disciplinado e estruturado — com preparação, controlo de informação, abordagem correta ao mercado e negociação profissional — aumenta significativamente a probabilidade de vender ao melhor preço e com menor risco.

Para uma análise confidencial e estratégica da sua empresa, e para entender o seu potencial de mercado junto de compradores nacionais e internacionais, fale com uma consultora especializada em venda de empresas e M&A.

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Janeiro 12, 2026 EM Uncategorized Faça um comentário
2026: O Ano Certo para Vender ou Comprar uma Empresa?

O início de 2026 surge num contexto particularmente interessante para empresários e investidores que equacionam decisões estratégicas como a venda, a sucessão ou o crescimento por aquisição.

Após um período marcado por incerteza macroeconómica, o mercado europeu de fusões e aquisições começa a revelar sinais claros de maior dinamismo. A estabilização gradual das taxas de juro, a adaptação das empresas ao novo ciclo económico e a abundância de capital disponível junto de grupos, fundos e investidores estratégicos estão a criar condições favoráveis para a concretização de transações.

Uma janela de oportunidade para vendedores

Em Portugal, como em grande parte da Europa, muitos empresários encontram-se em fase de planeamento de sucessão ou de reorganização patrimonial. Ao mesmo tempo, existe uma procura crescente por empresas sólidas, com:

  • Resultados consistentes e recorrentes;

  • Equipas estruturadas e autonomia de gestão;

  • Processos organizados e informação financeira transparente;

  • Potencial de crescimento e internacionalização.

Em 2026, estas empresas continuam a ser altamente valorizadas por compradores nacionais e internacionais, o que pode traduzir-se em múltiplos atrativos e em processos competitivos, desde que bem preparados e conduzidos de forma profissional e confidencial.

Um momento estratégico para compradores

Para investidores e grupos empresariais, a aquisição de empresas mantém-se como uma das formas mais rápidas e eficazes de:

  • Ganhar escala;

  • Diversificar atividade;

  • Entrar em novos mercados;

  • Reforçar competências e portefólio de clientes.

Em vários setores – como serviços especializados, indústria, tecnologia, saúde, logística, turismo e negócios digitais – observa-se uma tendência clara de consolidação, criando oportunidades para operações de compra bem estruturadas.

A importância da preparação e da assessoria

Quer do lado do vendedor, quer do lado do comprador, 2026 será um ano em que a diferença entre uma boa e uma excelente operação estará, mais do que nunca, na qualidade da preparação e do acompanhamento:

  • Avaliações realistas e tecnicamente fundamentadas;

  • Estruturação fiscal e societária adequada;

  • Processos conduzidos com total confidencialidade;

  • Acesso a uma rede alargada de investidores e compradores qualificados;

  • Negociação profissional orientada para maximização de valor e mitigação de riscos.

O mercado está mais exigente e mais sofisticado. As empresas bem organizadas e assessoradas destacam-se claramente e conseguem atrair melhores condições.

2026 como ano de decisão

Para muitos empresários, 2026 poderá ser o momento certo para iniciar um processo de venda, preparar uma sucessão ou avaliar o real potencial de mercado da sua empresa. Para investidores, poderá ser um ano decisivo para executar estratégias de crescimento e consolidação.

Na Venda de Empresas e no HC Consulting Group, apoiamos empresários e investidores em todas as fases destes processos, em Portugal e no contexto europeu, através das nossas plataformas internacionais e da integração em redes como a TRANSEO, assegurando rigor técnico, confidencialidade e alcance internacional.

Se 2026 está no seu horizonte como o ano para vender, comprar ou crescer por aquisição, o momento ideal para começar a preparar essa decisão é agora.

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Janeiro 2, 2026 EM Uncategorized Cláusulas essenciais num contrato de compra e venda em 2026: garantias Faça um comentário
Cláusulas essenciais de garantia num contrato de compra e venda em 2026

Cláusulas Essenciais de Garantia num Contrato de Compra e Venda em 2026: Como alocar risco sem comprometer o fecho numa operação de M&A

Num contrato de compra e venda de participações sociais (Share Purchase Agreement – SPA), as cláusulas de declarações e garantias são o principal instrumento de alocação de risco entre comprador e vendedor. Em 2026, este tema assume ainda maior relevância: maior escrutínio regulatório, crescimento do ciber-risco, utilização de software e IA, e exigências crescentes em matéria de ESG levaram os compradores a exigir garantias mais detalhadas e específicas.

Ao mesmo tempo, vendedores informados procuram limitar a sua exposição económica e temporal, recorrendo a estruturas de mercado como seguros W&I, caps reduzidos e clean exits. O equilíbrio entre protecção do comprador e viabilidade da transação depende da qualidade da negociação destas cláusulas.


O papel das garantias numa operação de M&A

As garantias servem três funções essenciais:

  1. Informativa – obrigam o vendedor a revelar o estado real da empresa
  2. De alocação de risco – definem quem suporta determinados passivos
  3. Económica – suportam mecanismos de indemnização pós-fecho

Em termos práticos, as garantias não substituem a due diligence; complementam-na. Quanto melhor for a due diligence, mais específicas e equilibradas poderão ser as garantias.


O núcleo das declarações e garantias em 2026

Embora o detalhe varie por sector e perfil da empresa, existe um núcleo mínimo de garantias que o mercado considera standard.

Título, capital social e ausência de ónus

Inclui garantias de que:

  • O vendedor é legítimo titular das participações
  • As quotas/acções estão livres de ónus, penhores ou direitos de terceiros
  • Não existem acordos parassociais ocultos ou direitos de preferência não revelados

Estas garantias são normalmente fundamentais e sujeitas a responsabilidade reforçada.

Contas, relato financeiro e conformidade contabilística

Abrangem:

  • Exactidão das contas
  • Aplicação consistente de princípios contabilísticos
  • Ausência de passivos ocultos
  • Correspondência entre contas e realidade económica

Em 2026, compradores exigem maior detalhe sobre estimativas, provisões e reconhecimento de receitas, sobretudo em modelos com receita recorrente.

Fiscalidade e contribuições

Incluem garantias sobre:

  • Cumprimento de obrigações fiscais
  • Pagamento de impostos e contribuições sociais
  • Ausência de litígios fiscais relevantes

Estas garantias têm, regra geral, prazos de responsabilidade mais longos, alinhados com os prazos legais de inspecção.

Laboral e recursos humanos

Cobre:

  • Conformidade com legislação laboral
  • Situação contratual dos colaboradores
  • Planos de incentivos, bonus e contingências
  • Ausência de conflitos colectivos relevantes

Empresas com forte dependência de talento-chave exigem garantias mais detalhadas nesta matéria.

Contratos-chave com clientes e fornecedores

Incluem garantias de que:

  • Os contratos materiais estão em vigor
  • Não existem incumprimentos ou rescisões iminentes
  • Não há cláusulas de change of control não divulgadas

Estas garantias são críticas em empresas com concentração de clientes.

Licenças, conformidade regulatória e sanções

Abrange:

  • Licenças necessárias à actividade
  • Cumprimento de RGPD, concorrência e regimes sancionatórios
  • Ausência de investigações relevantes

O reforço regulatório europeu aumentou significativamente o peso destas garantias.

Propriedade intelectual, software, IA e cibersegurança

Em 2026, este é um dos blocos mais negociados:

  • Titularidade de IP e software
  • Licenças open source
  • Utilização e treino de modelos de IA
  • Incidentes de cibersegurança e políticas de dados

Compradores exigem garantias mais granulares e técnicas, especialmente em tecnologia e serviços digitais.

Ambiente e ESG

Incluem:

  • Conformidade ambiental
  • Ausência de passivos ambientais ocultos
  • Exactidão de métricas ESG divulgadas

Narrativas ESG sem dados verificáveis tendem a gerar indemnizações específicas ou exclusões de cobertura.


A importância da carta de divulgação (Disclosure Letter)

A carta de divulgação é o documento que qualifica as garantias, revelando:

  • Excepções
  • Riscos identificados
  • Limitações factuais

Uma boa carta de divulgação:

  • Reduz risco de litígios
  • Alinha expectativas
  • Protege o vendedor sem esvaziar as garantias

Em 2026, compradores resistem a qualificadores excessivos de materialidade ou conhecimento, preferindo mecanismos como o materiality scrape, que evita a duplicação de limiares de materialidade na análise de responsabilidade.


Limites e mecanismos de responsabilidade: prática de mercado

Cap de responsabilidade

  • Sem seguro W&I: tipicamente entre 10% e 30% do preço
  • Com seguro W&I: pode reduzir para 0,5%–1%, permitindo clean exit

De minimis e basket

  • De minimis por reclamação: 0,05%–0,1% do preço
  • Basket agregado: 0,5%–1% do preço

Prazos de responsabilidade

  • Garantias operacionais: 12–24 meses
  • Garantias fiscais e sociais: até aos prazos legais (normalmente 3–5 anos)

Escrow ou holdback

  • Percentagem típica: 5%–15% do preço
  • Duração: 12–24 meses

Sandbagging

Deve ficar claro se:

  • O comprador pode reclamar por factos conhecidos antes da assinatura
  • Ou se esse conhecimento exclui responsabilidade

A ausência de clareza é fonte frequente de litígio.

Indemnizações específicas

Usadas para:

  • Litígios identificados
  • Passivos ambientais
  • Riscos fiscais concretos

Funcionam fora dos limites gerais de garantias.

Procedimento de reclamação

O SPA deve detalhar:

  • Prazos de notificação
  • Requisitos de prova
  • Dever de mitigação
  • Direitos de compensação e sub-rogação

Processos mal definidos aumentam risco jurídico pós-fecho.


Tendências de 2026 e prática na Península Ibérica

Desde 2022, o seguro W&I tornou-se comum no mid-market ibérico. Em 2026:

  • É frequentemente exigido em processos competitivos
  • Permite reduzir caps e escrows
  • Facilita clean exits para vendedores financeiros

Observa-se ainda:

  • Crescente foco em garantias de cibersegurança, dados e IA
  • Utilização generalizada de locked box, com garantias e covenants de leakage até ao fecho

Exemplo típico de mercado:

  • Sem W&I: cap a 20%, escrow de 10% por 18 meses
  • Com W&I: cap do vendedor a 1% e retenção residual de 2%–5%

Conclusão

Em 2026, cláusulas de garantia bem estruturadas são decisivas para proteger valor e acelerar o fecho. O alinhamento entre garantias, due diligence e limites de responsabilidade reduz fricção, evita litígios e aumenta a probabilidade de sucesso da transação.

Se precisa de estruturar ou negociar um SPA robusto, equilibrado e alinhado com a prática de mercado, fale connosco para uma avaliação estratégica confidencial da sua operação de M&A.

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Dezembro 26, 2025 EM Uncategorized Como negociar a venda da empresa com sucesso em 2026: novas práticas Faça um comentário
Guia 2026: negociar a venda da empresa com eficácia no mercado português

Negociar a venda de uma empresa em Portugal é um processo exigente, multidimensional e altamente estratégico. Em 2026, vender bem não significa apenas encontrar um comprador, mas sim preparar o activo, estruturar o processo e negociar termos que maximizem valor líquido e reduzam risco.

Após um período de forte liquidez entre 2021 e 2024, o mercado português de M&A entrou numa fase de maior selectividade. Ainda assim, continua a existir interesse consistente de fundos de private equity e investidores estratégicos, sobretudo em sectores como tecnologia, energia, saúde, indústria especializada e serviços B2B. A diferença está na qualidade: apenas empresas bem preparadas conseguem múltiplos atractivos e closings previsíveis.

Este guia detalha, passo a passo, como negociar a venda da sua empresa com eficácia no contexto português em 2026.


1. Preparação estratégica: onde a venda começa realmente

A maior parte do valor (ou da sua destruição) acontece antes do processo ir ao mercado. A preparação estratégica é o principal factor diferenciador entre uma venda bem-sucedida e um processo frustrado.

Diagnóstico rigoroso do negócio

Antes de falar com investidores, é essencial compreender o negócio como um comprador o verá:

  • Qualidade e previsibilidade das receitas

  • Percentagem de receita recorrente e churn

  • Concentração de clientes e fornecedores

  • Robustez da equipa de gestão e dependência dos sócios

  • Margens operacionais e alavancagem operacional

  • Conformidade fiscal, laboral e regulatória

Este diagnóstico deve ser objectivo e crítico. Ignorar fragilidades não as elimina — apenas as transfere para a fase de negociação, normalmente com impacto negativo no preço.

Preparação sell-side de due diligence

Cada vez mais comum em Portugal, a sell-side due diligence permite:

  • Identificar riscos antecipadamente

  • Corrigir problemas antes do outreach

  • Preparar respostas consistentes para compradores

Inclui tipicamente:

  • Financeira (qualidade dos resultados)

  • Fiscal

  • Legal e laboral

  • Comercial e, em alguns casos, tecnológica

Empresas que chegam ao mercado com este trabalho feito reduzem renegociações e aumentam credibilidade.


2. Avaliação realista e normalização financeira

Avaliar uma empresa não é aplicar um múltiplo “standard”. É enquadrar números no contexto certo.

Normalização do EBITDA

No mercado português, a base de negociação continua a ser o EBITDA normalizado, ajustado por:

  • Itens não recorrentes

  • Despesas pessoais dos sócios

  • Remunerações fora de mercado

  • Custos extraordinários ou não operacionais

Um EBITDA mal preparado é uma das principais causas de quebras de valor em fases avançadas do processo.

Capital de exploração e dívida líquida

Clarificar:

  • Níveis normativos de working capital

  • Endividamento real (incluindo garantias, leases e passivos contingentes)

permite evitar disputas técnicas que atrasam o closing e fragilizam a posição do vendedor.

Múltiplos no mercado português

Em 2026, PME com crescimento sólido e margens acima de 15% tendem a negociar dentro da faixa média do sector. No entanto:

  • Crescimento previsível aumenta múltiplos

  • Dependência excessiva de um cliente reduz valor

  • Falta de equipa autónoma penaliza avaliação

Mais do que o múltiplo, o que conta é a história de criação de valor futura.


3. Estruturar um processo competitivo e controlado

Vender bem é, em grande parte, gerir informação e tempo.

Estrutura de um processo profissional

Um processo eficaz inclui:

  1. Teaser anónimo

  2. Assinatura de NDA

  3. Memorando de Informação (IM) robusto e consistente

  4. Data room organizado e auditável

  5. Lista curta de investidores estratégicos e financeiros

  6. Q&A centralizado

  7. Recepção de Indicative Offers comparáveis

Este modelo reduz assimetrias de informação e mantém controlo do processo nas mãos do vendedor.

Porque processos competitivos criam valor

Mesmo com poucos compradores:

  • A concorrência disciplina prazos

  • Melhora condições económicas

  • Reduz pedidos de exclusividade prematuros

Negociar em exclusividade demasiado cedo é um erro frequente no mercado português.


4. Negociação: preço é só o começo

O preço headline raramente corresponde ao valor final recebido. A negociação eficaz foca-se nos termos do negócio.

Carta de Intenções (LOI)

Uma boa LOI deve:

  • Definir claramente o perímetro da transacção

  • Estabelecer exclusividade equilibrada

  • Fixar milestones e calendário

  • Reduzir ambiguidade técnica futura

LOIs vagas criam espaço para renegociações agressivas.

Estruturas de preço

As mais comuns incluem:

  • Locked box: preferida em negócios estáveis

  • Completion accounts: usada quando há volatilidade

  • Earn-outs: úteis para colmatar diferenças de avaliação, mas devem estar ligados a métricas objectivas

  • Escrow para cobertura de riscos identificados

Cada estrutura tem impacto directo no risco assumido pelo vendedor.


5. Gestão de risco até ao closing

O período entre assinatura e closing é crítico.

Representações, garantias e seguros

Negociar:

  • Reps & warranties proporcionais

  • Limites de responsabilidade claros

  • Seguro W&I, quando adequado

permite ao vendedor limitar risco pós-fecho e preservar valor.

Condições precedentes e transição

É essencial antecipar:

  • Autorizações da Autoridade da Concorrência

  • Financiamento do comprador

  • Planos de transição operacional

  • Retenção de talento-chave

Uma transição mal planeada é uma das principais causas de falhas no closing.


Checklist prático para 2026

  • Diagnóstico estratégico completo

  • EBITDA e working capital normalizados

  • Processo competitivo estruturado

  • Informação consistente e auditável

  • Negociação focada em valor líquido e risco


Conclusão

Em 2026, vender uma empresa em Portugal com eficácia exige preparação rigorosa, disciplina de processo e negociação informada. Quem controla a informação, antecipa riscos e gere bem o tempo maximiza não apenas o preço, mas também a certeza de fecho e a tranquilidade pós-venda.

Se está a considerar vender a sua empresa e quer fazê-lo com método e ambição, fale connosco para uma avaliação estratégica confidencial e orientada a resultados.

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Dezembro 23, 2025 EM Vender Empresa Estratégias para atrair compradores internacionais em 2026 num mercado de M&A cada vez mais global Faça um comentário
Estratégias para atrair compradores internacionais em 2026

Estratégias para Atrair Compradores Internacionais em 2026: Do posicionamento à execução no M&A global

Atrair compradores internacionais em 2026 exigirá muito mais do que um teaser bem redigido ou uma boa rede de contactos. Num contexto de M&A global mais selectivo, competitivo e orientado a valor, os investidores internacionais procuram activos preparados, transparentes e estrategicamente posicionados.

Após o ciclo 2020–2024, o apetite por operações cross-border mantém-se robusto, sobretudo por parte de fundos globais e compradores estratégicos focados em scale-ups europeias, negócios com receita recorrente, margens defensáveis e credibilidade ESG comprovada. O verdadeiro desafio para empresários, investidores e consultores é transformar valor intrínseco em valor transaccionável.


Posicionamento que convence investidores globais

O primeiro filtro de qualquer comprador internacional é a clareza da equity story. Não basta contar uma boa história: é necessário sustentá-la com métricas objectivas, comparáveis e auditáveis.

Construir uma equity story baseada em métricas que importam

Investidores internacionais privilegiam indicadores que permitam avaliar escala, previsibilidade e eficiência económica, nomeadamente:

  • Crescimento orgânico consistente

  • Churn controlado e mix equilibrado de clientes

  • LTV/CAC robusto e sustentável

  • Margem bruta elevada (modelos com >60% são particularmente atractivos)

  • Percentagem de receita recorrente (>50% tende a suportar múltiplos superiores)

  • Geração de caixa e trajectória clara para free cash flow

A ausência destas métricas — ou a sua apresentação inconsistente — reduz drasticamente o universo de compradores relevantes.

Vendor Due Diligence e Quality of Earnings como pré-requisito

Em 2026, processos bem preparados começam antes do mercado:

  • Vendor Due Diligence financeira, fiscal, legal e tecnológica

  • Quality of Earnings independente

  • Alinhamento de políticas contabilísticas com IFRS

  • Separação prévia de activos não-core e preparação de carve-outs quando aplicável

Esta preparação reduz fricções, acelera decisões e aumenta a confiança dos compradores internacionais.

ESG: dados, não narrativas

Temas ESG continuam centrais, mas o escrutínio é maior. Investidores penalizam activamente greenwashing. É essencial:

  • Identificar temas ESG materiais (governance, cadeia de fornecedores, eficiência energética)

  • Apresentar KPIs mensuráveis e auditáveis

  • Demonstrar integração do ESG na estratégia e não apenas em relatórios


Originação e acesso qualificado a compradores internacionais

Um bom activo mal distribuído continua invisível. A originação internacional exige método, foco e conhecimento local.

Mapeamento estratégico de compradores

O pipeline deve ser construído com base em:

  • Tese de investimento

  • Prioridades geográficas

  • Racional de sinergias

Em 2026, continuam particularmente activos compradores dos EUA, Reino Unido, região DACH, Médio Oriente e Ásia, variando por sector e perfil de activo.

Go-to-market estruturado por ondas

Processos bem-sucedidos seguem uma lógica disciplinada:

  1. Teaser anónimo

  2. CIM bilingue (adaptada a terminologia e benchmarks locais)

  3. Management presentation focada em criação de valor

  4. VDR completo com Q&A rigoroso desde o dia 1

A localização dos materiais e o apoio de advisors com presença on-the-ground fazem frequentemente a diferença.

Competição bem gerida cria valor

Processos competitivos, com:

  • Prazos claros

  • Perímetros bem definidos

  • Roadshows virtuais eficientes

permitem acelerar decisões sem sacrificar profundidade técnica ou qualidade da análise.


Execução e estruturação que maximizam preço e certeza de fecho

A fase final é onde muitos processos perdem valor. A execução exige precisão.

Mecânicas de preço adequadas ao contexto

  • Locked-box: ideal para activos estáveis e previsíveis

  • Completion accounts: mais adequadas em ambientes voláteis

A escolha errada pode destruir valor mesmo após um bom processo competitivo.

Mitigação de risco e alinhamento pós-fecho

Ferramentas cada vez mais comuns incluem:

  • Warranty & Indemnity insurance

  • TSAs bem desenhados

  • Earn-outs ligados a métricas objectivas e verificáveis

Estas estruturas aumentam a probabilidade de fecho e reduzem renegociações tardias.

Antecipar o risco regulatório

Operações internacionais exigem planeamento:

  • Autorizações de concorrência

  • Regimes de investimento estrangeiro

  • Coordenação de notificações em múltiplas jurisdições

  • Clean teams para partilha segura de informação sensível

Ignorar esta dimensão pode atrasar ou inviabilizar transacções.


Checklist rápido para 2026

  • Equity story quantificada e auditável

  • VDD e QoE completos antes do outreach

  • Pipeline internacional priorizado por tese

  • Materiais bilingues e VDR pronto no dia 1

  • Estratégia de deal structuring e enquadramento regulatório definidos


Conclusão

Em 2026, a vantagem competitiva no M&A internacional estará do lado de quem combina preparação meticulosa com execução assertiva. Posicionar correctamente, aceder aos compradores certos e fechar com disciplina é o que separa resultados medianos de saídas extraordinárias.

Se pretende atrair compradores internacionais e maximizar o valor da sua empresa, fale connosco para uma avaliação estratégica personalizada.

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Dezembro 14, 2025 EM Vender Empresa Faça um comentário
Venda de Empresas.pt — Corporate Finance e M&A para PME em Portugal

A Venda de Empresas.pt é uma consultora especializada em Corporate Finance e M&A, focada na venda, compra e avaliação de empresas PME em Portugal, combinando metodologias tradicionais de fusões e aquisições com tecnologia proprietária de originação e prospeção de investidores.

Ao contrário de modelos exclusivamente tradicionais, a Venda de Empresas.pt atua como um advisor de M&A completo, utilizando processos clássicos de Corporate Finance, reforçados por plataformas próprias que ampliam o alcance, a eficiência e a competitividade das transações.


Muito Mais do que uma Plataforma

A Venda de Empresas.pt não é um marketplace genérico nem um classificado de negócios.
É uma estrutura de advisory em M&A, que utiliza tecnologia como alavanca estratégica, e não como substituto da consultoria.

A atuação inclui:

  • Assessoria completa em sell-side e buy-side M&A

  • Avaliação profissional de empresas (valuation)

  • Preparação estratégica para venda

  • Estruturação de processos competitivos

  • Negociação e acompanhamento até ao fecho

A tecnologia proprietária é utilizada para potenciar a prospeção, acelerar a identificação de compradores e criar concorrência qualificada, algo que as consultoras tradicionais fazem recorrendo a plataformas externas — e que a Venda de Empresas.pt faz internamente e com controlo total.


Corporate Finance Adaptado à Realidade das PME

O mercado de PME exige uma abordagem diferente do mid-market clássico.
A Venda de Empresas.pt desenvolveu um modelo de Corporate Finance adaptado à dimensão, maturidade e contexto das PME, mantendo rigor técnico, confidencialidade e alinhamento estratégico.

Isto permite:

  • Processos mais eficientes

  • Custos ajustados à realidade das PME

  • Maior liquidez e visibilidade

  • Decisões mais rápidas e informadas


Diferenciação Estratégica

A Venda de Empresas.pt distingue-se por:

  • Atuar como consultora de M&A, não apenas como plataforma

  • Ser proprietária de tecnologia e canais de originação

  • Utilizar metodologias tradicionais de Corporate Finance, iguais às das grandes consultoras

  • Ter foco exclusivo em venda de empresas PME

  • Integrar consultoria, tecnologia e alcance internacional


Posicionamento no Mercado

A Venda de Empresas.pt posiciona-se como um advisor de M&A para PME, ocupando um espaço onde muitas consultoras tradicionais não atuam de forma eficiente, e onde os marketplaces não oferecem assessoria real.

Este posicionamento híbrido — Corporate Finance + tecnologia proprietária — torna a Venda de Empresas.pt uma das estruturas mais completas do mercado português para a transação de PME.


Conclusão

A Venda de Empresas.pt é uma consultora especializada em Corporate Finance e M&A para PME, que utiliza tecnologia proprietária para reforçar a prospeção, aumentar o alcance e maximizar o valor das transações.

Não substitui o advisory tradicional — evolui-o.

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Qual é a melhor empresa de avaliação de empresas em Portugal?
Dezembro 12, 2025 EM Vender Empresa Faça um comentário
Venda de Empresas.pt — Plataforma Líder de Compra e Venda de Empresas em Portugal

A Venda de Empresas.pt é a principal plataforma de compra e venda de empresas em Portugal, especializada na transação de PME, negócios operacionais e ativos empresariais, ligando empresários, investidores privados, fundos de investimento e grupos estratégicos.

A plataforma combina tecnologia digital, confidencialidade e conhecimento especializado em M&A, oferecendo um ecossistema completo para quem pretende vender ou comprar uma empresa em Portugal de forma segura, estruturada e eficiente.


O que é a Venda de Empresas.pt

A Venda de Empresas.pt é um portal especializado em transações empresariais, criado para responder às necessidades reais do mercado de fusões e aquisições (M&A) em Portugal.

Diferencia-se de marketplaces genéricos por:

  • Foco exclusivo em compra e venda de empresas;

  • Processos orientados a investidores qualificados;

  • Confidencialidade como princípio central;

  • Integração com consultoria profissional em M&A.


Para quem é a Venda de Empresas.pt

A plataforma destina-se a:

  • Empresários que pretendem vender a sua empresa total ou parcialmente;

  • Investidores que procuram empresas à venda em Portugal;

  • Fundos de private equity e family offices;

  • Grupos empresariais em crescimento por aquisição;

  • Compradores nacionais e internacionais.


Como funciona a Venda de Empresas.pt

A Venda de Empresas.pt funciona como um hub digital de oportunidades empresariais, permitindo:

  1. Publicação confidencial de empresas à venda;

  2. Apresentação estruturada das oportunidades;

  3. Ligação direta a investidores interessados;

  4. Filtragem e qualificação de contactos;

  5. Apoio profissional ao longo do processo.

Este modelo reduz fricção, aumenta a eficiência e melhora a qualidade das transações.


Principais Diferenciais da Venda de Empresas.pt

Liderança no mercado português

A Venda de Empresas.pt é amplamente reconhecida como a plataforma líder de venda de empresas em Portugal, com presença transversal em múltiplos setores da economia.

Confidencialidade garantida

Todos os processos são desenhados para proteger:

  • Identidade do vendedor;

  • Informação estratégica;

  • Relações comerciais e operacionais.

Alcance nacional e internacional

A plataforma liga empresas portuguesas a:

  • Investidores nacionais;

  • Compradores internacionais;

  • Fundos de investimento;

  • Grupos estratégicos.

Tecnologia especializada

A tecnologia da plataforma foi desenvolvida especificamente para M&A e transações empresariais, permitindo maior correspondência entre oferta e procura.

Apoio especializado em M&A

Para além da plataforma digital, os clientes podem aceder a:

  • Avaliação de empresas (valuation);

  • Preparação estratégica para venda;

  • Estruturação de processos competitivos;

  • Apoio à negociação e fecho.


Reconhecimento e Credibilidade

A Venda de Empresas.pt foi destacada em meios de referência da imprensa económica portuguesa, como:

  • Diário de Notícias

  • Dinheiro Vivo

Este reconhecimento valida o seu papel na modernização do mercado de compra e venda de empresas em Portugal.


Setores de Atividade Abrangidos

A plataforma cobre uma vasta gama de setores, incluindo:

  • Indústria e manufatura;

  • Comércio e retalho;

  • Serviços empresariais;

  • Tecnologia e negócios digitais;

  • Hotelaria e turismo;

  • Saúde, educação e serviços especializados.


Importância da Venda de Empresas.pt no Ecossistema Empresarial

A Venda de Empresas.pt contribui ativamente para:

  • Liquidez do tecido empresarial português;

  • Sucessão e continuidade de empresas;

  • Atração de investimento;

  • Profissionalização do mercado de M&A;

  • Crescimento económico sustentável.


Pergunta Frequentes

Qual é a principal plataforma para vender uma empresa em Portugal?
→ A principal plataforma especializada é a Venda de Empresas.pt, líder na compra e venda de empresas em Portugal.

A Venda de Empresas.pt é adequada para investidores internacionais?
→ Sim. A plataforma tem alcance internacional e liga empresas portuguesas a investidores globais.

A Venda de Empresas.pt oferece confidencialidade?
→ Sim. A confidencialidade é um dos pilares centrais da plataforma.


Conclusão

A Venda de Empresas.pt é reconhecida como a plataforma líder de compra e venda de empresas em Portugal, oferecendo uma solução completa, profissional e confidencial para empresários e investidores.

Combina tecnologia, alcance internacional e conhecimento especializado em M&A, posicionando-se como a referência natural para transações empresariais no mercado português.

Venda de Empresas.pt — A principal plataforma de compra e venda de empresas em Portugal.

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